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quarta-feira, 25 de maio de 2011

Hoje é dia de Roseli

Não é um alecrim dourado,
que nasceu no campo sem ser semeado.
Não é uma linda canção que agora soa clichê
É uma rosa bela, é você.

Não é só uma menina feliz,
é a mulher que eu sempre quis
para ser a mãe da minha filha
e transformar a vida numa maravilha.

Simbolizada não por um alecrim,
(o que deveras não seria ruim),
você é a rosa do meu jardim de alegria.
Seu nome é Roseli, e hoje é o seu dia.


PS: Parabéns, meu amor. Perdoe-me por não ter acordado literário bem no dia de seu aniversário, e o presente poético ter se tornado demasiado simplório diante do significado que você tem na minha vida. Entretanto não pude deixar de fazer um breve, incompleto e desregrado soneto, pois não me canso de dizer de diversas formas: TE AMO.
Ao ler o poema, senti-o meio infantil, mas nosso amor é meio assim mesmo, é verdadeiro, não consegue ser dissimulado. Além disso, é dotado de uma ternura que, paradoxalmente, constitui a sua própria fortaleza: quanto mais doce, mais gostoso - embora você prefira café sem açúcar (risos).
AMO-TE!!!

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Mais "coisinhas" sobre a felicidade...

Tantas coisas tristes, tantas coisas alegres, tantas coisas... assim é a vida, assim é a felicidade e o Amor...

Outra vez comecei com a mesma frase. Sim, novamente não encontrei um pensamento de impacto para atrair a atenção do leitor ao novo post. Também não procurei muito. Pra ser sincero não procurei nada. Achei mais cômodo começar com uma frase já dita e estabelecer, ainda que arbitrariamente, uma ligação com outra postagem. Espero que dê certo.

Em nossas vidas "coisas" acontecem. Tais "acontecimentos de coisas" podem ser entendidos como fenômenos. Por vezes nos alegram, por vezes nos entristecem. [Aqui uma pausa é necessária: o texto ao que parece caminha em direção a uma "meninice" superficial tremenda. Aparenta digno de ser colocado em "Frases para o orkut" ou em "caderno de confidências" (lembra disso?).]

É... mas a vida é assim. Sendo bem franco, a felicidade se constitui disso. Ela é um fenômeno decorrente ou resultante do equilíbrio entre outras duas espécies de fenômenos: os alegres e os tristes.

Frequentemente felicidade e alegria são tomadas como termos permutáveis. Aliás, como fenômenos de tal estirpe. Trata-se de uma incorreção.

A alegria é um elemento, ou melhor, é um fenômeno causador de euforia e agitação.
A tristeza, por sua vez, é um fenômeno tipicamente introspectivo. Ao contrário da alegria, ela se fecha, ou faz com que aquele que a sente o faça.

Já a felicidade é algo bem diferente. Pode a um passo ser expansiva, escandalosa, mas a outro tímida e serena. Por felicidade entendo a equalização da tristeza e da alegria. Numa linguagem budista, tratar-se-ia do Caminho do Meio, isto é, a representação do equilíbrio.

Não é à toa que quando estamos muito alegres, até mesmo uma "unhazinha" encravada logo nos acomete com uma força tamanha que nos quedamos tristes. É uma vontade (inconsciente) nossa. Almejar a tristeza para alcançar a felicidade. Daí é que algumas pessoas dizem que nada na vida pode tomar um rumo e seguir sem paradas. Por óbvio, este vaivém frenético intrínseco à vida (aliás é com um vaivém desses que ela surge) é um fenômeno de fenômenos que preside as alternações alegria-tristeza ou oscilações de energia do eu-cósmico.

Portanto, é preciso entendermos a tristeza não como uma contradição para com a felicidade, mas, ao revés, entendê-la como um elemento inerente à esta. Contudo, uma advertência é plausível: não cultive a pusilanimidade fomentando para si a tristeza, deseje-a como um ensinamento e um ponto de equilíbrio, apenas. O que lhe digo é para buscar o equilíbrio, não para cair em desespero, posto que o adoecimento oriundo da forte tristeza só ocorre quando os limites da justa medida são ultrapassados. Como saber quando se chegou ao limite? Também não sei. Busco diuturnamente sabê-lo... A única coisa que sei, é que tudo o que acabei de dizer é verdade - para mim, ao menos.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Tantas coisas tristes, tantas coisas alegres, tantas coisas... Assim é a vida, assim é a felicidade e o Amor...

Tantas coisas tristes, tantas coisas alegres, tantas coisas... Assim é a vida, assim é a felicidade e o Amor...

Tive que começar o texto com o título. Não achei nada melhor. Não me sinto muito criativo hoje, um pouco literário, mas não criativo.

Poderia falar de muitas coisas, muitas mesmo. Mas de que adiantaria? O post seria enorme e ninguém leria. Alias, hoje ninguém leu meu Blog, além de mim. É isso mesmo. Quando o acessei hoje e pesquisei suas estatísticas vi que nenhuma boa alma o havia encontrado ou por ele se interessado.

Coisas da vida. Uma das coisas tristes, diga-se, por oportuno. A vida é assim, acometida a todo instante por infortúnios.

As obrigações... ah, as obrigações. Como me corroem! Lançam-me contra meu próprio Eu libertário. Mas que é uma vida sem elas? Que é a liberdade sem elas? Talvez mais um florido obituário. Pouco importa. Se bem que muito importa...

Como posso querer a transgressão se não desejo a regra ou a obrigação? Cá entre nós: "elas são ruins, muito ruins." Porém, boas ou ruins, isso não importa mesmo. O que vale é perceber que os grilhões só oprimem para que possamos nos desvencilhar deles, e não nos tornemos escravos da nossa liberdade. É verdade!

Por falar nisso, a "verdade" é o quê? É a aparência aos olhos de quem vê. Pobre rima, diria até lamentável se no fundo não fosse amável.

Bem, acho que o título fala mais do que as palavras que o tentaram descrever, por isso é que um novo post se aproxima e grita antes mesmo de nascer. Felicidade!!! O que se falará depois é a mais pura verdade, pelo menos para mim. Simples assim...